Transição para a Liderança: Quando os gestores fracassam4 min de leitura

Figura 1. O papel do líder.

Os gestores desempenham um papel fundamental para o sucesso de qualquer negócio. Na verdade, os gerentes muitas vezes suportam a carga de trabalho mais pesada do que todos na empresa. Por um lado, eles são responsáveis por gerenciar todo o pessoal abaixo deles. Além disso, trabalham diretamente com seus superiores e cabe a eles transmitir as políticas para a sua equipe, treinar e responder pelo atingimento de metas.

Visto que os gestores eficazes possuem boas habilidades e talentos, as empresas geralmente sentem que são escolhas naturais para a liderança. Afinal de contas, eles lideram suas equipes e são capazes de tomar decisões assertivas. Além disso, eles geralmente possuem um trabalho ético notável e investem na visão da empresa.

Figura 2. Visão de empresa.

Tendo isso em mente, nem todos os gestores são cotados para a liderança. Na verdade, muitos deles fracassam nessa transição, o que leva a empresa a ter grandes perdas. Para algumas pessoas, eles devem buscar e treinar outros profissionais para essa posição. Além disso, o gerente recém-promovido pode largar tudo, visto que os demais podem se sentir desmotivados depois da perda da promoção. E, mesmo que não desistam, as coisas podem ficar um tanto embaraçosas. Eles podem não ter o mesmo senso de lealdade com seu empregador, carregando algum ressentimento.

Escolhendo líderes

Obviamente, a razão principal pela qual os gestores fracassam como líderes é que nem todos eles têm o que é necessário para papeis de liderança. Às vezes, eles são promovidos com base no fato do seu forte trabalho ético ou, simplesmente, pelo tempo de companhia que eles possuem. Infelizmente, o esforço não é equivalente ao potencial.

Do mesmo modo, uma pessoa pode ser extremamente habilidosa em um trabalho, mas não tem capacidade para inspirar os outros. Em outros casos, as empresas escolhem líderes que têm êxito em papéis de liderança. Certamente, alguém com um currículo sólido, repleto de referências, é a receita para o sucesso, certo? Infelizmente não.

Benchmarks de liderança

O desempenho passado, especialmente de fora da empresa, não indica o quão bem um candidato irá se desempenhar. As pessoas muitas vezes mentem sobre suas conquistas ou exageram demais, e sua posição anterior pode não ter muito em comum com o novo papel. A fim de preverem precisamente o desempenho de um futuro candidato, os empregadores devem utilizar um assessment na pré-contratação. Isso não apenas reduzirá a rotatividade, mas permitirá que compreendam as pessoas que estão sendo contratadas de forma precisa.

O uso de uma avaliação pré-contratação permite que as empresas vejam até que ponto a personalidade e as habilidades cognitivas de um candidato correspondem a uma função específica.

Fazer isso vai além das credenciais, direcionando para o potencial.

Figura 3. Liderança cognitiva.

Outro erro que os empregadores cometem ao promover gestores é que eles fracassam em reconhecer as diferenças cruciais entre liderança e habilidades de gestão. Para alguns, os gestores não precisam empregar o mesmo nível de pensamento estratégico que os líderes têm. Enquanto os gestores focam em uma população muito menor, os líderes abraçam um escopo ou uma visão bem maior.

Em outras palavras, os líderes não designam tarefas, eles lideram.

 

Fonte: https://www.prevuehr.com/resources/insights/transition-leadership-managers-fail/

Traduzido e revisado por Fellipelli Consultoria Organizacional.

Tema: Prevue®, Seleção de Pessoal.

Subtema: A importância do assessment no processo de transição de carreira de um líder.

Objetivo: Desenvolvimento de Competências, Desenvolvimento de Liderança, Desenvolvimento Organizacional, Coaching nas Empresas, Assessments.

 

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