O lúdico no trabalho: a hora do recreio no ambiente organizacional16 min de leitura

Brincar é condição fundamental para ser sério.”

– Arquimedes (287 a.C. – 212 a.C.)

Em um mundo corporativo cada vez mais competitivo, a busca por profissionais qualificados cresce diariamente, assim como as cobranças por desempenho e resultados. Os colaboradores, portanto, são continuamente expostos a altas cargas de tensão e estresse, as quais frequentemente prejudicam a qualidade do convívio social com os demais colegas.

Nesse cenário, várias pesquisas abordam o uso de atividades lúdicas no ambiente empresarial (Sampaio e Oliveira, 2008). Nelas, conclui-se que as propostas lúdicas atuam como meio para diversos objetivos, como a descontração e a diversão, assim como a criação de um ambiente de trabalho menos estressante e mais harmonioso, favorecendo os relacionamentos interpessoais e o desenvolvimento da socialização. As metas dessas vivências lúdicas podem ainda ser adequadas às necessidades específicas de cada organização e de seus colaboradores (Zanardi et al., 2013).

Com origens pré-históricas, a recreação existe desde a época em que o homem primitivo comemorava a habitação de uma nova caverna ou a abertura da temporada de caça. O recreio, de fato, sempre correspondeu a atividades prazerosas, criativas e espontâneas desempenhadas pelos seres humanos para driblar o tédio e ocupar o tempo livre (Guerra, 1996).

No formato de jogos ou gamificação, as ações lúdicas são implementadas no ambiente empresarial com o objetivo principal de aprimorar a produção da empresa sem abrir mão da qualidade de vida dos colaboradores. Essas atividades geralmente abordam temas-chave como autoconhecimento, liderança, socialização, integração, criatividade e motivação.

Figura 1.0 Ludicidade no mundo empresarial: prazer e alívio de tensões.

E aí, vamos brincar?

O assunto brincadeira pode, sim, ser sério e papo de adulto, além de fundamental para a saúde e qualidade de vida.

Quem garante são os psicólogos e psicanalistas, corroborados pelo cineasta Cacau Rhoden, autor do documentário Tarja branca – a revolução que faltava.

Na obra, Rhoden defende o poder do brincar também na vida adulta, demonstrando, através de depoimentos de anônimos e personalidades, a importância da brincadeira na rotina do ser humano. Ele explica também por que as brincadeiras devem estar presentes em todas as idades, estimulando reflexões sobre o espírito lúdico.

Confira o trailer oficial do documentário Tarja Branca / Drops Of Joy:

Figura 1.1 Tarja Branca / Drops Of Joy

As brincadeiras representam uma parte indispensável do nosso cotidiano, ainda que estejamos sobrecarregados de trabalho, problemas e compromissos. Ao cair no embrutecimento da vida e deixar de brincar, o ser humano prejudica sua saúde física e mental; a propósito, o nome do documentário – Tarja preta – faz alusão justamente aos medicamentos desse tipo, cada vez mais comuns em nossa sociedade.

Isolamento, crises de pânico, depressão e ansiedade são apenas alguns exemplos dos males relacionados ao estresse e à ausência da brincadeira. A psicóloga e psicanalista Maria Goretti Ferreira (UAI, 2016), profissional com mais de 30 anos de experiência, admite que pode ser difícil conciliar a brincadeira com as obrigações da vida adulta. No entanto, ela também cita o escritor Fabricio Carpinejar para ilustrar vantagens do lado lúdico: “Seja imprudente, porque quando se anda em linha reta não há histórias para contar”.

Nesse contexto, um imaginário fértil não deve ser visto como falta de foco ou seriedade. Hoje sabemos que diversos avanços científicos e tecnológicos foram possibilitados pela curiosidade e descontração de seus autores.

Não é necessário, porém, ser um grande inventor ou artista para brincar – todos podem se beneficiar da ludicidade.

De acordo com a psicóloga e psicanalista Maria Bernadette Biaggi, fundadora do Istituto Biaggi Psicoterapia Psicoanalisi Cultura e Arte Brasil-Italia (Istituto Biaggi, 2018), o hábito de brincar é essencial para o bom funcionamento mental e psíquico.

Essa função está ligada à capacidade de imaginar. É tão importante para o equilíbrio psíquico que a própria natureza nos presenteou com funções biológicas como o sonhar e o imaginar, para treinarmos uma ação e para nos prepararmos para o momento seguinte. Essas são situações em que brincamos livremente e sem censura, como no sonho noturno. O próprio lobo frontal, responsável pela discriminação, pela crítica, fica hipoativado no sonho para que possamos relaxadamente brincar com as nossas emoções e organizá-las para serem usadas ao acordar.”

Bernadette explica que as brincadeiras representam preparativos para a vida real: “Não se resume de modo algum ao dançar, jogar, sorrir, andar de bicicleta ou montanha-russa, mas desenvolver a capacidade de relaxar enquanto nosso corpo se interage com o mundo e se prepara para, não somente estar vivo, mas existir como pessoa na sua essência e subjetividade.

Segundo Bernadette, o ato de brincar nos permite conhecer a realidade da vida e a cultura, tornando cada um de nós um ser social. “Trata-se de um espaço entre o eu e o outro e, portanto, um espaço de criatividade. O brincar convida o senso de humor para se expressar e nos levar a ter mais saúde física e mental.”

A psicóloga faz referência também a Donald Woods Winnicott, famoso pediatra e psicanalista inglês que vê a brincadeira como a maior construção estética do nosso mundo interno. Winnicott relata não se preocupar muito, por exemplo, com crianças que apresentam problemas de aprendizagem ou que urinam na cama, mas sim com crianças que não costumam brincar. Para Bernadette, “brincar é criar hipóteses, é desenvolver a capacidade de estar só na presença do mundo, é conhecer o próprio corpo no espaço e tempo. Brincar é importante para a saúde mental. Podemos observar as pessoas que adoecem mentalmente como entrando numa concha, uma cápsula, e se afastando da capacidade criativa do brincar. O mundo assim fica muito concreto, uma realidade sem cor, na vida como ela é, tão poeticamente retratada na obra de Nelson Rodrigues. Ele brinca com a falta de cor da concretude da realidade. Precisamos da área da ilusão para atravessarmos o rio da vida. O brincar é coisa séria para a saúde”.

Bernadette observa ainda que são as brincadeiras que organizam nossos mundos interno e externo. Diante de situações de sofrimento e dor psíquica, o ser humano tende a formular apenas uma hipótese e não enxergar outras saídas para os grandes problemas da vida. “Isso contribui para a ideação suicida, uma vez que as hipóteses abrem a mente para novas possibilidades e desenvolvem a capacidade de adiar e ter esperança em ver novamente as cores do arco-íris. O espirito lúdico é um organizador psíquico.”

Recreação laboral para um ambiente de trabalho lúdico

Quais são as melhores maneiras de incluir as brincadeiras na vida adulta? Para Maria Goretti Ferreira, as respostas não são simples.

Não é continuar a ser criança ou agir infantilmente para o resto da vida, mas manter-se conectado com o próprio ser, com a sua marca pessoal, com aquele traço que o torna peculiar, espontâneo, conferindo leveza e serenidade ao seu cotidiano, a despeito das asperezas do mundo. As pessoas ditas bem-humoradas e espirituosas o sabem muito bem.”

Goretti ressalta ainda que a brincadeira muitas vezes é erroneamente associada a atitudes inconsequentes, leviandade, preguiça ou coisas de pouca importância. Assim, em tempos em que o ócio parece pecado, são necessárias boas doses de audácia e coragem para preservar os próprios sonhos, a liberdade de criar e o espaço psíquico.

No meio organizacional, a ludicidade tem sido cada vez mais requisitada para promover aprendizados e relacionamentos interpessoais. Validado por pesquisas e testes de cientistas de diferentes áreas, como Neurociência, saúde e psicologia, o lúdico também já foi abordado por consagrados teóricos como Piaget, Paulo Freire, Montessori, Vygotsky e Rousseau (Piaget, 1978; Freire, 1996; Montessori, 1936; Vygotsky, 1989; Rousseau, 1762).

Team Building: inovação no treinamento de equipes

Literalmente traduzido como “construção de equipes”, o Team Building envolve técnicas inovadoras de desenvolvimento comportamental e emocional, formando laços nas relações pessoais e profissionais entre os funcionários de uma organização. Com isso, busca-se alcançar níveis cada vez mais elevados de eficiência e produtividade, aumentando consequentemente a satisfação dos colaboradores.

As iniciativas de Team Building objetivam tornar todos dentro da empresa capazes de analisar os desafios enfrentados, tomar decisões conscientes e participar ativamente da solução dos problemas.

A organização, dessa forma, pode obter melhores resultados e estimular em cada funcionário um senso de responsabilidade e integração aos processos corporativos.

Figura 1.4 Team Building.

Atividades ao ar livre: Diversos estudos já confirmaram o papel determinante do Team Building (IAEME, 2015) em aspectos como planejamento, liderança, comunicação e espírito de equipe. O treinamento Team Building, frequentemente realizado em ambientes externos e espaçosos, aborda o lado pessoal de cada colaborador, promovendo atividades geradoras de motivação e prazer, como:

  • Geocaching e Caça ao Tesouro: ações semelhantes que incentivam o trabalho em equipe para resolver um problema ou vencer no jogo. Nelas, as equipes são divididas em grupos que competem entre si; a busca se baseia em coordenadas de GPS no Geocaching e em uma lista de itens na Caça ao Tesouro. A equipe que encontrar mais itens é a ganhadora.
  • Atividades com cordas: práticas como escalada e rapel aperfeiçoam a capacidade de comunicação dos funcionários, reforçando a importância da ajuda mútua. Esse tipo de atividade possibilita também a análise de como cada membro da equipe reage diante de situações de risco e estresse.
  • Outros exercícios ao ar livre: atividades de canoagem, arvorismo e camping também são alternativas interessantes para promover a ludicidade e a integração entre os membros de uma equipe. Ao planejar essas ações externas, é importante consultar todos os funcionários e ouvir suas expectativas e opiniões.

Atividades estimuladoras: As tarefas estimuladoras têm como principal finalidade inspirar os colaboradores, desenvolvendo a sua confiança e disciplina. São exemplos desse tipo de atividade:

  • Voluntariado: com o fortalecimento do conceito de responsabilidade social corporativa (RSC) entre empresas de pequeno, médio e grande porte, o trabalho voluntário dos funcionários representa uma ponte entre a organização e a comunidade em que atua. Sendo assim, diversas instituições financeiras, fábricas e outras companhias privadas têm estabelecido programas de voluntariado para incentivar as ações sociais entre seus empregados.
  • Esportes: as práticas esportivas são uma forma saudável e divertida de incitar o engajamento e a união entre os colaboradores. Recomenda-se esportes seguros e populares, como o futebol e o voleibol.

Atividades de comunicação: A comunicação é essencial para a sobrevivência e o relacionamento da empresa com seus diferentes públicos – interno, externo, fornecedores e comunidades ao redor. Na rotina de trabalho, especificamente, interações eficazes entre os funcionários podem auxiliar no sucesso dos projetos e na compreensão das informações trocadas.

Há vários mecanismos dedicados ao aperfeiçoamento do falar e do ouvir no meio empresarial, dentre os quais destacam-se:

  • Escuta ativa: consiste em escutar atentamente o que é dito não apenas com os ouvidos, mas utilizando todos os sentidos. Trata-se de manter o foco no interlocutor, observando a linguagem corporal e procurando entender o que ele está tentando transmitir, ou seja, quais são as intenções do seu discurso.
  • Cenário de sobrevivência: nessa atividade, a equipe deve imaginar que seu avião caiu no oceano, próximo a uma ilha deserta, e o bote salva-vidas só comporta, além de todas as pessoas, oito itens. Os membros da equipe devem então debater e decidir em grupo quais itens levar. Quando essa lista já estiver definida, deve ser proposta uma reflexão coletiva sobre os diferentes tipos de raciocínio e comunicação envolvidos. Por que alguns demoram mais para tomar uma decisão, enquanto outros escolhem em poucos minutos os itens que consideram indispensáveis? Quais critérios guiaram as decisões de cada um?
  • Desenho cego: tem como principal função demonstrar como um mesmo fato ou evento pode ser interpretado de modos diferentes pelas pessoas. Para esse exercício, a equipe deve ser dividida em duplas; uma pessoa, então, tentará descrever para seu par um objeto comum através de formas e frases. Em seguida, o ouvinte desenhará o que compreender a partir das dicas recebidas.

Atividades de conhecimento mútuo: O autoconhecimento  é um fator essencial para o sucesso em questões pessoais e profissionais, porém de nada adianta se não estiver aliado a habilidades de interação e trabalho em equipe. As empresas podem e devem auxiliar seus colaboradores a construir relacionamentos profissionais mais sólidos e saudáveis, e há algumas atividades bastante úteis para promover o conhecimento mútuo nessa área:

  • Descobrindo afinidades: aqui os funcionários são divididos em grupos e estimulados a falar sobre si mesmos, indicando semelhanças e pontos em comum com seus colegas. Essas afinidades – que podem variar de hobbies a raízes culturais – devem ser reforçadas, buscando fortalecer o espírito de equipe e o senso de pertencimento.
  • Mostre e conte: nessa dinâmica cada funcionário deve apresentar um item ou introduzir um tema de sua preferência ao restante do time. Essas exposições podem ser semanais e devem se caracterizar pela informalidade, já que o objetivo principal não é o assunto abordado, mas sim a qualidade da interação entre os colaboradores.

Ginástica laboral (GL)

Para as empresas, há a necessidade de um planejamento na organização das atividades recreativas, o que deve ser feito por um profissional específico – o “recreador”, “animador” ou “recreacionista” especializado e qualificado para tal. O conhecimento acadêmico e a experiência prática fornecerão os subsídios para um trabalho bem-sucedido na empresa, seja na promoção de um evento específico ou na organização de atividades recreativas e lúdicas.

De acordo com Marcelino (Marcelino, 1999), assim como o médico cuida da saúde física, o técnico de recreação e lazer assegura a manutenção da saúde social. Nesse caso, podemos considerar um bom “recreador” aquele profissional capaz de desempenhar a liderança na condição de participante, olhando o interesse de todos, verificando o desejo comum e buscando, na medida do possível, interagir com cada um sem perder a referência coletiva.

Figura 1.2 Recreação laboral: ludicidade e saúde social.

Assim, influenciando tanto a vida pessoal quanto a profissional dos funcionários, a recreação laboral favorece ações de integração (em grupo), gerando também importantes melhorias na relação interpessoal e no senso de equipe. O ambiente de trabalho, com isso, torna-se mais equilibrado e produtivo, o que influencia positivamente os resultados da organização e a qualidade de vida de seus colaboradores.

Neste âmbito das atividades lúdicas e recreativas, a ginástica laboral (GL) corresponde a uma prática cujo principal objetivo é prevenir patologias relacionadas ao trabalho, estimulando os colaboradores a desempenhar atividades físicas e reforçando sua importância para a qualidade de vida e manutenção da saúde. A ginástica laboral geralmente é feita no próprio posto de trabalho ou em algum espaço específico designado pela empresa, e possui duração média de quinze minutos. Já a frequência varia bastante entre as organizações, podendo ser realizada diariamente, em dias alternados ou conforme disponibilizada pela organização.

Figura 1.3 Ginástica laboral.

A GL pode também ser categorizada de acordo com as necessidades e metas principais dos funcionários. As classificações da ginástica laboral segundo o horário de realização são (UNIFAFIBE, 2013): Ginástica Laboral Preparatória (GLP); Ginástica Laboral Compensatória (GLC) e Ginástica Laboral Relaxante (GLR).

Já em relação às principais finalidades dos exercícios, a ginástica laboral é classificada como: Ginástica Laboral Preparatória; Ginástica Laboral Compensatória; Ginástica Laboral Corretiva; e Ginástica Laboral de Conservação.

A GL está diretamente vinculada a aspectos como a preocupação da organização com a saúde dos seus funcionários, a valorização do colaborador como ser humano, o desenvolvimento do trabalho com qualidade, a prevenção de doenças e criação de um ambiente organizacional mais harmonioso. A partir desses fatores, a ginástica laboral mostra-se essencial à boa qualidade de vida e conservação da boa saúde, tornando a rotina profissional menos desgastante e mais funcional.

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Para saber mais:

  • O lúdico nos grupos: terapêuticos, pedagógicos e organizacionais. Regina Fourneaut Monteiro. Editora Ágora, 2012.
  • Dinâmicas lúdicas para os programas de ginástica laboral: + 7 dicas especiais de como preparar suas próprias dinâmicas. Andréa S. Frangakis Tanil. Editora Vozes, 2013.
  • Team Building. Construindo Times Verdadeiros. Na Empresa,escola E Comunidade. Reinaldo Soler. Editora Sprint, 2012.
Referências bibliográficas
  • SAMPAIO, Adelar Aparecido; OLIVEIRA, João Ricardo Gabriel, 2008. Acesso em: 10/12/2018.
  • ZANARDI, M. C. et al. Atividades lúdicas em ambientes corporativos: desenvolvendo o relacionamento interpessoal na visão dos colaboradores. In: SEMINÁRIO O LAZER EM DEBATE, 14., 2013, Campinas. Anais… Campinas: Sesc, 2013. p. 227-233.
  • UAI, 2016. Acesso em: 10/12/2018.
  • Instituto Biaggi, 2018. Acesso em: 10/12/2018.
  • PIAGET, J. A Formação do Símbolo na Criança: imitação, jogo e sonho. Rio de Janeiro: Zanar, 1978.
  • FREIRE P. Pedagogia da Autonomia. Saberes Necessários a Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
  • VYGOTSKY, Lev Semenovich. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
  • MONTESSORI, Maria. O Segredo da Infância. 1936.
  • ROUSSEAU, Jean-Jacques. Emílio ou Da Educação. 1762.
  • MARCELINO, N. C. Lazer e empresa. Campinas: Papirus, 1999.
  • UNIFAFIBE, 2013. Revista Educação Física UNIFAFIBE, Ano II, n. 2, p. 56-72, dezembro/2013. Acesso em: 10/12/2018.
  • IAEME, 2015. International Journal of Marketing and Human Resource Management (IJMHRM) Volume 6, Issue 3, Sep-Dec (2015), pp. 89-97, Article ID: IJMHRM_06_03_010

Tema:  EQ-i 2.0®, TEAM MANAGEMENT PROFILE® – Desenvolvimento de Equipes e Programa de Desenvolvimento da Inteligência Emocional.

Subtemas: Atividades lúdicas na empresa: como e por quê?

Objetivo:  Inteligência Emocional, Desenvolvimento de Equipes, Team Building, Desenvolvimento Organizacional, Coaching nas Empresas.

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