Mulher S.A.20 min de leitura

A força da mulher e sua abrangência nos mais diversos campos da existência: relações interpessoais, profissionais, políticas, econômicas e afins.

“A mulher é o negro do mundo. A mulher é a escrava dos escravos. Se ela tenta ser livre, tu dizes que ela não te ama. Se ela pensa, tu dizes que ela quer ser homem.”

John Lennon

A esposa era a responsável pelo mundo doméstico, da porta da casa para dentro. Muitas delas não tinham sequer acesso à educação formal. E toda mulher que tinha algum tipo de ambição para além disso era um ponto fora da curva […] Mulheres que desejavam se tornar escritoras de romances publicavam com pseudônimos ou mesmo anonimamente, a partir do século 18. A mais famosa delas é a inglesa Jane Austen. A capa de seu primeiro romance, Orgulho e Preconceito, diz apenas: “Um romance. Em três partes. Escrito por uma dama” (COSTA, 2018).

Ao longo da história, a mulher foi continuamente oprimida, sendo impedida de trabalhar, estudar, votar, sair de casa desacompanhada e até mesmo escolher o próprio cônjuge. A conscientização dessa realidade, há mais de 200 anos, trouxe luta por mudanças, movimento marcado por eventos históricos importantes. No Brasil, só a partir de 1827 as mulheres ganharam acesso à educação, enquanto o direito de cursar uma faculdade foi conquistado 50 anos depois e os direitos políticos só foram assegurados na quarta década do século 20.

A luta pelo voto feminino no Brasil foi liderada pela bióloga Bertha Lutz, desde 1910. Lutz foi uma das fundadoras da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, organização que promoveu campanha pública pelo voto, levando em 1927 um abaixo-assinado ao Senado em prol da aprovação do Projeto de Lei que dava o direito de voto às mulheres. Esse direito seria conquistado 5 anos depois, quando foi promulgado o Novo Código Eleitoral brasileiro (AH, 2019).

Apesar de serem maioria na população, as mulheres ainda são figuras raras na vida política do Brasil. Apenas 15% do atual Congresso Nacional brasileiro, resultante da eleição de 2018, são formados por mulheres — mesmo contando com um aumento de 5% (FOLHA, 2018). 

Com muita garra e engajamento, as mulheres hoje são protagonistas da própria história, colecionando conquistas em diversos setores e se destacando também como empreendedoras.

A mulher empreendedora

De acordo com um levantamento da Serasa Experian, o Brasil conta com mais de 5 milhões de mulheres empreendedoras, o que corresponde a aproximadamente 8% da população feminina no país.  

As mulheres empresárias estão mais concentradas nas regiões Sudeste (55,06%) e Sul (19%) e têm idade média de 44 anos. Do total das empresas ativas no Brasil, 30% têm mulheres como sócias, embora a presença feminina em sociedades de médias e grandes organizações ainda seja extremamente reduzida (SERASA EXPERIAN, 2018).

Figura 1.0 Portes de empresas brasileiras com sócias mulheres. Fonte: Consulado da Mulher

Segundo o relatório “Empreendedorismo Feminino no Brasil”, divulgado pelo Sebrae em março de 2019, 9,3 milhões de mulheres estão à frente de empresas no Brasil. Na média nacional, elas representam 34% do total de donos de negócio (SEBRAE, 2019).

Figura 1.1 A mulher empreendedora.

Entre os empregados, apesar de os homens ainda serem maioria, levantamentos recentes do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) indicam que as mulheres vêm aumentando sua presença em setores tradicionalmente dominados pela classe masculina, como as áreas de saúde e serviços sociais (73,3%), educação (66,6%) e alimentação (57,6%) (IBGE, 2019).

Nos últimos anos, a luta feminina por igualdade de gênero ganhou novos contornos. Reivindicações históricas abriram as portas para uma pluralidade de demandas trazidas por mulheres das mais variadas esferas, camadas e extratos da sociedade, como o combate à cultura do estupro, ao racismo (negras e índias) e o questionamento dos padrões de beleza vigentes.

O conceito de igualdade de gênero refere-se à liberdade de todo ser humano – homem ou mulher – para desenvolver suas aptidões pessoais e fazer escolhas sem limitações impostas por estereótipos.

Igualdade de gênero não significa que homem e mulheres devem ser idênticos, mas sim que seus direitos, deveres e oportunidades não estarão atrelados ao fato de terem nascido com o sexo masculino ou feminino.

Contudo, em pleno século 21 muitas pessoas ainda ignoram e/ou menosprezam o feminismo, enquanto os índices de violência contra a mulher – culminando com o feminicídio – seguem assustadoramente elevados. Nos altos cargos corporativos elas ainda são minoria e, quando chegam lá, muitas vezes recebem menores salários e sofrem preconceito.

Oficializado pela Organização das Nações Unidas em 1975, o Dia Internacional da Mulher já é celebrado desde o começo do século 20 – inicialmente com um forte viés trabalhista. A data tem suas origens nas fábricas norte-americanas, onde milhares de mulheres orquestraram campanhas para exigir melhores condições de trabalho e o fim da exploração da mão-de-obra infantil.

De acordo com a socióloga e professora emérita da USP Eva Blay, “esse dia tem uma importância histórica porque levantou um problema que não foi resolvido até hoje. A desigualdade de gênero permanece até hoje. As condições de trabalho ainda são piores para as mulheres. Já faz mais de cem anos que isso foi levantado e é bom a gente continuar reclamando, porque os problemas persistem. Historicamente, isso é fundamental” (BLAY, 1985).

Já para o filósofo, pacifista e líder budista japonês Daisaku Ikeda, o século 21 será o “Século das Mulheres”, ressaltando a importância delas na família, na sociedade e no mundo. Ikeda acredita que “não há nada mais forte do que o grito de uma mulher em nome da verdade. Mesmo o grito de uma única mulher pode comover o mundo e mudar a voz do povo. Não é exagero dizer que a história é criada pelas mulheres” (SEIKYO POST, 2019).

Mulher, profissional, esposa e mãe

“Você precisa equilibrar suas paixões, e não seu tempo.”

Lisa Sugar

Trabalhadora, dona de casa, esposa, mãe… A mulher contemporânea desempenha diversos papéis e precisa se desdobrar para atingir suas metas particulares e profissionais.

A ex-primeira-dama dos Estados Unidos Michelle Obama aborda esse cenário desafiador (LET’S MOVE, 2013):

O equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é uma realidade difícil para muitas mulheres, que são forçadas todos os dias a fazer escolhas impossíveis. Levar seus filhos ao médico… e arriscar ser demitida? Trabalhar aos finais de semana para poder pagar uma pré-escola melhor para os seus filhos, mesmo que isso signifique passar ainda menos tempo com sua família? Assumir um segundo turno no trabalho para poder pagar pelas aulas de piano das crianças, mesmo que, para isso, precise cancelar seu trabalho como voluntária na associação de pais e mestres? Apenas não deveria ser tão difícil criar famílias saudáveis”.

A mulher atual assume dupla, tripla jornadas diárias. Se, há 50 anos, elas eram somente donas de casas e encarregadas da criação dos filhos, hoje elas batalham para realizar sonhos pessoais e da família.

A transformação da estrutura familiar clássica, formada pelas figuras do homem provedor e da mulher exclusivamente dedicada aos afazeres domésticos, em formatos modernos de crescente participação de mulheres na força de trabalho e mais famílias monoparentais é um ponto-chave quando se trata de conflitos.

A família está sendo hoje atacada e defendida com igual veemência. É responsabilizada por oprimir as mulheres, maltratar as crianças, disseminar a neurose e impedir a comunidade. É louvada por sustentar a moralidade, ser um freio à criminalidade, manter a ordem e perpetuar a civilização. Casamentos estão sendo mais desfeitos do que nunca e mais celebrados do que em qualquer outra época. A família é o lugar donde se procura desesperadamente fugir e o lugar onde nostalgicamente se procura refúgio. […] As pessoas estão intensamente interessadas em descobrir como a família se comporta hoje em dia, como evoluiu no passado e que formas poderá adotar no futuro” (POSTER, 1978, p. 9).

Figura 1.2 Quando o desempenho de uma área profissional influencia o desempenho pessoal.

A tênue fronteira que separa papéis profissionais e pessoais, por sua vez, aumenta consideravelmente a ocorrência de confrontos entre esses dois universos. Há basicamente duas perspectivas principais sobre a relação entre trabalho e família: a do esgotamento, que enfatiza as funções conflitantes, e a facilitadora ou enriquecedora (OLIVEIRA, CAVAZOTTE & PACIELLO, 2013).

Na perspectiva do confronto entre funções, as demandas profissionais e familiares são inconciliáveis, e o conflito se dá quando o desempenho de uma área influencia negativamente a performance da outra. Três fatores são determinantes nesse embate:

1. Tempo

O tempo é considerado por muitos o ativo mais valioso do mundo, já que é intangível e imprecificável. Por ser um recurso finito, o tempo deve ser sabiamente gerenciado, especialmente se levarmos em conta que as mulheres geralmente têm um volume muito maior de urgências diárias do que os homens.

2. Tensão

A pressão vivida no trabalho costuma provocar irritabilidade e fadiga na vida pessoal e vice-versa.

3. Comportamento

Muitas vezes as expectativas de conduta relacionadas a uma função são incompatíveis com o comportamento esperado na outra.

A perspectiva enriquecedora, por outro lado, prega que habilidades e experiências do campo profissional ou familiar podem auxiliar o desempenho de atividades no outro campo (OLIVEIRA, CAVAZOTTE e PACIELLO, 2013).

Sobre o desafio de tornar equilibrada a relação entre essas duas esferas, as estratégias mais utilizadas pelas mulheres são:

1. Auto-organização do tempo

Envolve administrar / planejar o tempo disponível, priorizando e alternando o foco de atenção e separando claramente os espaços das atividades.

2. Cumplicidade e formação de parcerias

Trata-se das alianças estabelecidas com familiares, sócios e colegas de trabalho.

3. Dispositivos de alívio de tensão

Atividades físicas, viagens, cursos, terapia e espiritualidade.

Maternagem e apego no século 21

Com uma rotina cada vez mais ocupada e corrida, as mulheres que são mães frequentemente experimentam sentimentos de culpa por não conseguirem dedicar mais tempo à criação dos filhos.

Na percepção das mulheres, a ausência no cuidado dos filhos tende a gerar uma situação de abandono e descuido dos mesmos. Para elas, na concepção da sociedade, isto ocasiona uma educação insuficiente e uma situação social problemática. Sendo assim, a mulher acaba por interiorizar tal ideologia, a qual coloca sobre ela toda a responsabilidade do cuidado dos filhos, e quando sente que não está cumprindo adequadamente com a sua função social, ela passa a se cobrar, os filhos cobram e a sociedade também cobra. Nos relatos expressados pela maioria das mulheres pesquisadoras, fica evidente a preocupação com o cuidado dos filhos como sendo uma responsabilidade sua” (FRANÇA & SCHIMANSKI, 2009, p. 75).

Figura 1.3 Maternidade e trabalho.

Em 1969, ainda no início da revolução feminista, o psicólogo britânico John Bowlby propôs a chamada teoria do apego como uma nova forma de se vincular com os filhos. Trata-se, em suma, de um resgate da condição amorosa da parentalidade, da construção de um vínculo seguro para o bebê e para a criança (BOWLBY, 2008).

Ao interagir com o mundo externo, a criança retorna com as angústias do que foi vivenciado. Ela precisa conversar sobre as suas experiências, e cabe aos pais construir um ambiente confortável e emocionalmente seguro para isso.

O trabalho emocional feminino

“Nós precisamos fazer um trabalho melhor de colocar-nos no topo de nossas listas de afazeres.”

Michelle Obama

A maior parte das famílias possui uma mulher encarregada do bem-estar de todos. É dela a responsabilidade de cuidar de crianças e idosos, reunir a família em datas comemorativas e ouvir desabafos e queixas. Essa mulher cuida de tudo e todos, menos de si mesma. E essas tarefas consomem enormes cargas de energia, tempo e espaço mental e afetivo.

No âmbito profissional a história se repete: a mulher busca estar sempre disponível para as outras pessoas, sejam colegas de trabalho ou clientes. Se descobre uma forma de melhoras as coisas e agilizar os processos organizacionais, ela se dedica para fazer as coisas acontecerem, mesmo que isso signifique fazer o trabalho de outros funcionários ou atrasar o próprio.

Responsáveis pela maioria das horas trabalhadas ao redor do mundo, as mulheres assumem múltiplas funções, perpetuando uma divisão desigual de responsabilidades nas famílias e nas empresas, dando conta de um trabalho do qual todos desfrutam. Segundo um levantamento da Fundação Carlos Chagas (FCC, 2007), as mulheres têm sobrecarga de tempo e de responsabilidades muito superior a dos homens, sendo encarregadas simultaneamente da criação dos filhos e de atribuições econômicas. A Fundação descobriu que os homens gastam nessas atividades, em média, 10,6 horas semanais, enquanto as mulheres dedicam 27,2 horas.

As mulheres ficam com a maior parte da responsabilidade tanto nos relacionamentos pessoais quanto nos profissionais, porém todo esse trabalho invisível, também chamado de trabalho emocional, não é reconhecido nem recompensado. Uma pesquisa da ONU revelou que as mulheres fazem em média 2,6 vezes mais trabalho não remunerado do que os homens, já que “empregos vitais, como cuidar dos filhos e as inúmeras tarefas que vêm com eles, como pegá-los da escola, além de responsabilidades como cuidar de pais idosos, administrar as despesas domésticas e realizar serviços como limpar e cozinhar” acabam tornando-se atribuições femininas (NY Daily News, 2018).

A visão da mulher profissional como boa ouvinte e sempre disponível emocionalmente está presente em todas as camadas sociais

O mundo simplesmente espera que as mulheres sejam líderes mais maleáveis, atendentes mais afáveis e professoras mais gentis do que os homens.

Nos relacionamentos conjugais, muitas vezes cabe à mulher ouvir as queixas do marido ou namorado sobre o trabalho ou tentar contornar suas brigas com a família. De acordo com a professora universitária norte-americana Arlie Hochschild, “[…] as esposas frequentemente precisam de um grande empenho em termos de trabalho emocional para sustentar a ideologia e/ou o mito de que o relacionamento é, de fato, bom” (BONELLI,  2004).

A jornalista britânica Rose Hackman, por sua vez, cita uma série de afazeres exclusivos da mulher em um relacionamento heterossexual, abrangendo desde o planejamento familiar até encontrar objetos perdidos pela casa. A jornalista feminista Gemma Hartley, autora do livro “Fed Up: Emotional Labour, Women, e the Way Forward” (“Farta: Trabalho Emocional, Mulheres e o Caminho a Seguir”, em tradução livre), no qual fala sobre a própria frustração com o papel social feminino, define trabalho emocional como toda tarefa não remunerada e frequentemente despercebida que envolve manter todos ao seu redor felizes e confortáveis. Trata-se de uma forma subserviente de gerenciar as emoções e a vida, uma série de compromissos e obrigações mentais subvalorizados (HARTLEY, 2018).

Hartley observa que o modo como o trabalho emocional afeta a carreira das mulheres é brutal, levando sua capacidade mental ao limite e impedindo-as de dar seu melhor na empresa. Além disso, no próprio ambiente corporativo há uma forte expectativa de que as mulheres abrandem suas respostas, gerenciem as emoções da equipe e tornem o clima organizacional “agradável”.

Para a mulher, a disponibilidade emocional é praticamente uma obrigação em todas as áreas da vida, já que desde a infância ela é ensinada a acolher, ouvir e cuidar.

Em uma vasta pesquisa sobre disponibilidade emocional publicada em 2005, a filósofa norte-americana Rebecca Erickson defende que todas essas atividades não estão atreladas ao sexo, mas sim a um conceito deturpado de gênero feminino que se estende séculos a fio. As mulheres nem sempre são “melhores” em emoções, mas são educadas para acreditar que essa é sua função, gerando uma construção sociocultural explorada por terceiros (ERICKSON, 2005).

A pesquisadora Arlie Russel Hochschild, por sua vez, publicou, ainda em 1983, o livro “The Managed Heart”, que expõe como esses sentimentos “femininos” são prometidos e comercializados por empresas (HOCHSCHILD, 2012). Um exemplo clássico desse fenômeno são as companhias aéreas, que estampam o sorriso das aeromoças em todas as suas campanhas. Aparentemente, a simpatia e a solicitude da comissária de bordo são tão importantes e garantidas quanto o lanchinho oferecido durante o voo.

Figura 1.4 O trabalho emocional das aeromoças.

As emoções humanas, no entanto, são complexas e exigem muito de nós. Raramente notado pelos empregadores, o trabalho emocional recai principalmente sobre as mulheres, como a mestre em antropologia social Talita Castro observa em seu estudo “Gênero, Emoções e Produção Cultural: Uma Análise da Autoajuda Brasileira” (CASTRO, 2012): “quanto maior o status social da pessoa, mais suas emoções são levadas em conta; em contraposição, quanto mais subordinada, mais ela é institucionalmente chamada a atuar sobre seus estados emocionais”.

Emma Hartley sugere que a melhor forma de aliviar o estresse do trabalho emocional, em todos os ambientes, é deixando claros seus limites e prioridades nesse sentido. A mulher precisa estar consciente do próprio esforço emocional, identificando quando ele é necessário e positivo e quando não é – a tarefa não precisa ser especificamente ruim, muitas vezes basta ser desgastante demais para o seu tempo e sua energia mental.

A FELLIPELLI  reconhece a importância do papel feminino no mundo e por isso oferece cursos e assessments exclusivos em temas fundamentais como inteligência emocional, desenvolvimento pessoal, desenvolvimento de equipes, liderança e diversos outros.

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Para saber mais:

  • WOMENOMICS: A tendência econômica por trás do sucesso pessoal e profissional das mulheres. Claire Shipman & Katty Kay. Editora Elsevier, 2009.
  • O momento de voar: Como o empoderamento feminino muda o mundo. Melinda Gates. Editora Sextante, 2019.
  • O sexo mais rico: Como a nova geração de mulheres está transformando trabalho, amor e família. Liza Mundy. Editora Paralela, 2013.
  • Clube da luta feminista: Um manual de sobrevivência (para um ambiente de trabalho machista). Editora Fábrica231, 2018.
  • Mulheres e poder: Um manifesto. Mary Beard. Editora Crítica, 2018.
  • Os homens explicam tudo para mim. Rebecca Solnit. Editora Cultrix, 2017.

Referências bibliográficas

Tema: Inteligência Emocional.

Subtemas: Compreendendo como a agenda tão viva e urgente da mulher influencia o comportamento de homens e mulheres, transformando a sociedade como um todo.

Objetivo: Desenvolvimento Organizacional, Desenvolvimento de Carreira, Coaching, Coaching nas Empresas.

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